Myanmar, ONU, UE


Eric Lafforgue, Mingu, Myanmar
Eric Lafforgue, Mingu, Myanmar

Depois de, na passada quinta-feira, o ogro chinês ter conseguido reduzir a resolução da ONU para Myanmar a um triste e inócuo lamento, a UE condenou hoje "veementemente a repressão brutal das manifestações na Birmânia" e reforçou as sanções a esse país através de um embargo ao comércio de madeiras e metais. Estão previstas mais medidas tendentes a aumentar a pressão sobre a junta, ao mesmo tempo que se mantêm "os programas de ajuda humanitária às populações mais carenciadas do país assim como aos refugiados nos países vizinhos". Apesar da não-resolução do dia 11 do corrente, a ONU tem, desde hoje, um enviado especial que percorrerá a Tailândia, a Malásia, a Indonésia, a Índia, a China e o Japão, tentando convencer estes países a forçar a junta birmanesa a iniciar conversações com a oposição. O Japão, em protesto pelo seu jornalista morto, suspendeu todos os investimentos na Birmânia.

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